
Telma Ellos
Missionária, cantora, compositora, escritora e artesã, Telma Ellos nasceu em Jequié, Bahia, em 1956. Sua trajetória é marcada pela fé, pela música, pela evangelização e pelo serviço ao próximo. Autora de Era Uma Vida Marvada e Abençoada, transforma experiências de sua caminhada em testemunhos de fé, perseverança e gratidão.
Telma Ellos, nome artístico de Telma Melo Alves, nasceu em 1956, em Jequié, Bahia. Mulher de fé e de trajetória simples, encontrou na espiritualidade, na música, na escrita e no serviço ao próximo diferentes maneiras de expressar aquilo que acredita ter recebido de Deus ao longo de sua caminhada. Missionária, cantora, compositora, escritora e artesã, tem sua história profundamente ligada à música cristã. Como compositora e intérprete, transformou experiências pessoais, sonhos, momentos de oração e passagens de sua vida em louvores, utilizando a música como instrumento de evangelização e de trabalho ministerial. Ao longo dos anos, dedicou-se também ao trabalho com crianças, à evangelização e a atividades em igrejas e comunidades. Sua caminhada reúne experiências familiares, desafios, música, ministério e acontecimentos que Telma reconhece como manifestações do cuidado e da intervenção de Deus em sua vida. A escrita tornou-se outra maneira de preservar e compartilhar essas experiências. Seu primeiro livro, Era Uma Vida Marvada, traz no próprio título uma referência às suas raízes: “marvada” reproduz de maneira afetiva a forma popular como muitos baianos pronunciam “malvada”. Em seu segundo livro, Abençoada, Telma prossegue contando sua caminhada por meio de testemunhos, lembranças, experiências familiares, episódios de seu ministério, composições e acontecimentos de diferentes fases de sua vida. Atualmente vive no Rio de Janeiro e conserva suas raízes baianas e uma história construída entre fé, família, música, serviço e perseverança. Por meio de seu testemunho, deseja transmitir uma mensagem: mesmo diante das dificuldades, uma vida sustentada pela fé pode olhar para sua caminhada, reconhecer as batalhas enfrentadas e, ainda assim, declarar-se abençoada.
